O Império de Tether: Como a gigante das stablecoins planeja usar US$ 20 bilhões em ouro para empréstimos

A Tether está consolidando seu domínio financeiro ao transformar sua gigantesca reserva de ouro, avaliada em US$ 20 bilhões, em uma nova ferramenta de crédito. Com um balanço que rivaliza com reservas nacionais, a maior emissora de stablecoins do mundo está expandindo sua influência para além da liquidez imediata, posicionando-se como um player de peso no mercado de empréstimos globais.
Este movimento estratégico ocorre em meio a lucros astronômicos, impulsionados por sua exposição massiva a títulos do Tesouro dos EUA. Ao integrar o ouro em sua estratégia de lending, a Tether não apenas diversifica seus ativos, mas também redefine o papel das stablecoins na infraestrutura financeira tradicional, desafiando o status quo do setor bancário.
A Tether está elevando o jogo no cenário financeiro global. Atualmente a maior emissora de stablecoins do mundo, a empresa possui uma exposição direta e indireta de aproximadamente US$ 141 bilhões em títulos do Tesouro dos EUA. O que mais chama a atenção, no entanto, é o seu 'monte' de ouro de US$ 20 bilhões — um valor equivalente a uma reserva nacional — que agora será direcionado para operações de empréstimo.
A rentabilidade da empresa é sem precedentes: a Tether reportou US$ 15 bilhões em receita em 2025 e um lucro líquido de US$ 1,04 bilhão apenas no primeiro trimestre de 2026, derivado majoritariamente do rendimento de seus ativos. Esse crescimento coloca a Tether em uma categoria única de instituições financeiras globais, fundindo o ecossistema cripto com a solidez dos ativos tradicionais.
Esta é uma versão resumida e adaptada por Inteligência Artificial. Para ler a matéria original completa, acesse a fonte oficial.
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