Rússia revive tecnologia nuclear de 1964: O perigo mortal do míssil Burevestnik

A Rússia está resgatando um conceito de armamento nuclear de alto risco que remonta à Guerra Fria, o projeto norte-americano Pluto. O novo míssil Burevestnik utiliza um motor turbojato de ciclo direto, capaz de aquecer o ar através de um reator nuclear, mas com um custo ambiental e humano devastador: a dispersão de isótopos radioativos ao longo de sua trajetória de voo.
Este avanço tecnológico representa uma escalada perigosa na corrida armamentista global, ignorando os riscos de radiação evidenciados por testes anteriores. O uso de propulsão nuclear em mísseis de cruzeiro coloca em xeque a segurança ambiental internacional, transformando o céu em uma zona de contaminação potencial durante qualquer cenário de conflito.
Em 1964, os Estados Unidos desenvolveram e posteriormente arquivaram o 'Projeto Pluto', um conceito de míssil de cruzeiro movido a energia nuclear que foi abandonado principalmente devido aos perigos de radiação. Agora, a Rússia parece ter revivido essa ideia com o Burevestnik. Este sistema utiliza um turbojato de ciclo direto que aquece o ar de entrada com um reator nuclear, o que permite que o míssil libere isótopos radioativos durante seu percurso. O risco extremo dessa tecnologia foi sublinhado por um teste realizado no Mar Branco em 2019, evidenciando a natureza altamente perigosa deste novo vetor de ataque.
Esta é uma versão resumida e adaptada por Inteligência Artificial. Para ler a matéria original completa, acesse a fonte oficial.
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