Meta volta às stablecoins: retorno que pode mudar o mercado de títulos em 1 trilhão de dólares

Esta é uma versão resumida e adaptada. Para ler a matéria completa e original, acesse a fonte oficial abaixo.
Ler Matéria Completa em CryptoSlateResumo Diário do Jornal Bitcoin
Receba as principais notícias do dia, análises e tendências do mercado diretamente no seu e-mail. Sem spam, apenas o essencial.
Junte-se a mais de 10.000 leitores inteligentes.
Relacionadas

Brasileiros usam Stablecoins para fugir do IOF e da Receita Federal, mas Banco Central prepara nova regra
O uso de stablecoins por brasileiros em viagens cresce como alternativa para evitar o IOF e a Receita Federal, mas novas regras do Banco Central podem alterar os custos e trazer novos impostos.

Reino Unido abre Sandbox Regulatório para Stablecoin com Revolut no time
O Reino Unido selecionou quatro empresas, incluindo a Revolut, para testar stablecoins em um ambiente controlado. Os dados coletados servirão de base para as novas regras nacionais previstas para este ano.

Mercado de Títulos do Tesouro Tokenizados dos EUA dispara: bate recorde de $10,8 bilhões em 2026
O mercado de ativos do mundo real (RWAs) via tokenização de títulos do Tesouro dos EUA superou os $10,8 bilhões, um aumento de mais de $1 bilhão desde o início de 2026, apesar da incerteza macroeconômica.

Solana lidera recuperação com alta de 10%: O preço de $100 para SOL é a próxima meta?
A Solana lidera a recuperação do mercado com alta de 10% nas últimas 24 horas, atingindo um máximo de $86. Analistas apontam para uma possível alta rumo à faixa de $110-$115, impulsionada por um aumento de 5% no interesse aberto de futuros para $5,27 bilhões.

Tether investe em Whop e traz infraestrutura de stablecoins para milhões de criadores
O investimento da Tether no Whop acelera a adoção global de stablecoins, potencializando o comércio digital e a inclusão financeira.

Meta prepara 'Diem 2.0': Stablecoins podem chegar em 2026 e mudar pagamentos no Brasil
A Meta estuda integrar stablecoins em 2026 por meio de parceiros, focando em redução de custos e liquidação rápida. Diferente do Diem, essa estratégia pode acelerar pagamentos globais e impactar diretamente o Brasil, dependendo de acordos técnicos e regulamentação.